AS ANDORINHAS
Há vários anos elas criam sob
o telhado de casa. Sei que chegaram de mansinho, gostaram, se instalaram e
ficaram de vez.
Elas conseguem passar por um espaço tão estreito entre a laje e o telhado. Um vão tão minúsculo.
São tão bonitinhas e quando os filhotes nascem ouvimos seus chilreios. A toda hora os pais entram e saem em busca de alimento.
Depois de uns dias os filhotes começam a espiar o mundo. Da varanda podemos vê-los com suas capinhas pretas.
Os primeiros vôos são tão inseguros, que fico temendo que caiam porque o meu cãozinho está sempre de olho nelas e se acaso caírem ele as pega.
É emocionante vê-las treinando os primeiros vôos. Chegam a entrar em nossa sala e voar lá dentro.
Quando os filhotes não conseguem entrar pelo pequeno vão, os pais os protegem e os resgatam sem tocá-los, mas orientando-os de uma forma tão especial que chega a nos emocionar.
Depois de alguns dias eles se afirmam e voam gostosamente.
Certa vez um filhote não conseguiu entrar pelo vão e já escurecia. Eu até o peguei quando caiu no chão de cansaço. Tentei colocar pela pequena abertura, mas não consegui.
Não sei como a pequenina ave reuniu forças e voou para cima do telhado de casa. Assentou-se encolhidinha sobre a antena da televisão e lá dormiu, creio eu.
No outro dia acordei bem cedo e fui ver se ela ainda estava lá. Não estava mais.
Não sei se algum gato ou coruja a comeu, se conseguiu voar.
Temos sempre andorinhas voando pelo nosso quintal, assentadas nos fios telefônicos e voando felizes todas as manhãs e tardes.
Sentimos prazer de tê-las conosco porque são tão delicadas e singelas. Elas trazem ainda mais alegria para o nosso lar.
Elas conseguem passar por um espaço tão estreito entre a laje e o telhado. Um vão tão minúsculo.
São tão bonitinhas e quando os filhotes nascem ouvimos seus chilreios. A toda hora os pais entram e saem em busca de alimento.
Depois de uns dias os filhotes começam a espiar o mundo. Da varanda podemos vê-los com suas capinhas pretas.
Os primeiros vôos são tão inseguros, que fico temendo que caiam porque o meu cãozinho está sempre de olho nelas e se acaso caírem ele as pega.
É emocionante vê-las treinando os primeiros vôos. Chegam a entrar em nossa sala e voar lá dentro.
Quando os filhotes não conseguem entrar pelo pequeno vão, os pais os protegem e os resgatam sem tocá-los, mas orientando-os de uma forma tão especial que chega a nos emocionar.
Depois de alguns dias eles se afirmam e voam gostosamente.
Certa vez um filhote não conseguiu entrar pelo vão e já escurecia. Eu até o peguei quando caiu no chão de cansaço. Tentei colocar pela pequena abertura, mas não consegui.
Não sei como a pequenina ave reuniu forças e voou para cima do telhado de casa. Assentou-se encolhidinha sobre a antena da televisão e lá dormiu, creio eu.
No outro dia acordei bem cedo e fui ver se ela ainda estava lá. Não estava mais.
Não sei se algum gato ou coruja a comeu, se conseguiu voar.
Temos sempre andorinhas voando pelo nosso quintal, assentadas nos fios telefônicos e voando felizes todas as manhãs e tardes.
Sentimos prazer de tê-las conosco porque são tão delicadas e singelas. Elas trazem ainda mais alegria para o nosso lar.
sonia delsin

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